Mostrando postagens com marcador empregabilidade. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador empregabilidade. Mostrar todas as postagens

EMPREGABILIDADE - 5 Atitudes Vencedoras para sua Carreira


      

  Uma das grandes diferenças entre os profissionais de sucesso e aqueles que apenas "trabalham para sobreviver" é justamente esta: a capacidade de estabelecer e cumprir objetivos que são parte de uma estratégia profissional.

  Reunimos cinco das principais dicas de diversos especialistas em carreira para que você também possa ter atitudes vencedoras que contribuirão para o sucesso da sua carreira:

1 - Estabeleça Metas.
Crie prazos e objetivos claros para a sua carreira.  Ao fazer isto você poderá acompanhar os resultados que estabeleceu bem como modificar algo que não tenha ocorrido como o planejado. Isto também servirá para tirar as idéias do papel à medida em que ao estabelecer uma meta para a sua carreira você terá que se comprometer realmente com isto procurando maneiras que viabilizem os seus projetos.
Lembre-se: quanto melhor detalhado este projeto maior será a visualização de tudo que precisará acontecer.

2 - Atualize-se.
Não seja vencido pelo marasmo e pelo comodismo. Não importa se você está começando sua carreira agora ou se já tem bastante experiência, se está empregado ou procurando uma nova oportunidade. Estar atualizado é sua obrigação e fator importantíssimo para a sua carreira. Pense no que você quer aprender e, principalmente, no que você precisa aprender. Este conhecimento pode estar em um livro, em um curso rápido ou até mesmo em um curso técnico ou em uma faculdade. O importante é você ter certeza que continua aprendendo coisas novas pois conhecimento nunca é demais.

3 - Participe mais.
Com certeza você já sabe que as empresas valorizam os funcionários que se mostram sempre dispostos a ajudar, colaborar, contribuir seja com esforço, com experiência ou com novas idéias. Mas diga sinceramente: o quanto você anda contribuindo para o crescimento e desenvolvimento da sua empresa e dos seus colegas de trabalho? Se a resposta for positiva, parabéns, entretanto não desanime, pois sempre é possível contribuir um pouco mais. Agora se a resposta for vaga ou negativa, é hora de mudar de atitude pois ninguém é uma ilha que viva isolado dos demais e indiferente ao que acontece em volta além de que você também está sendo avaliado por isto.


4 - Apareça.
Cuide de seu Networking (rede de relacionamentos). Estes contatos podem te trazer novas idéias para o seu trabalho, indicar novas oportunidades além de oferecer um rico aprendizado através da troca de experiências. É importante que você procure dar o melhor de si para o seu trabalho e a sua empresa mas isto não te obriga a se isolar do mundo lá fora. Abra as janelas e tire o pó de sua agenda, fará bem para a sua carreira e para a sua cabeça.

5 - Cuide-se.
Por mais que você seja um excelente profissional, a sua carreira pode sofrer um revés e uma queda de rendimento se sua vida particular não estiver equilibrada e os problemas começarem a afetar o seu trabalho. Cuidar da saúde física e mental, procurar ter relacionamentos sadios e harmoniosos além de se preocupar com o lazer e com o equilíbrio financeiro ajudam para que o profissional possa se dedicar integralmente ao seu trabalho dando o melhor de sua capacidade e sem estar preocupado com estas questões.
Cuidar-se é um dos pilares da empregabilidade.


  Assim como o planejamento do seu trabalho diário, o futuro da sua carreira depende de um acompanhamento de metas e resultados para que sejam alcançados os objetivos estabelecidos.

  Existe uma frase popular que explica a importância de se sonhar alto:

  " Mire sempre na Lua, pois se errar ainda assim você estará entre as estrelas. "

  Sucesso!

Luciano Leite, é psicólogo e professor.

Seu chefe te contrataria novamente? EMPREGABILIDADE - Seu chefe te contrataria novamente ?


               A resposta para esta pergunta pode te ajudar a perceber como anda a sua carreira e quais são as perspectivas futuras dentro da organização na qual você trabalha hoje.
            Muitas demissões e frustrações profissionais poderiam ser evitadas se os profissionais se fizessem esta pergunta periodicamente:
            Será que o meu chefe está satisfeito com o meu trabalho? Conhecendo o meu talento e os meus pontos fracos ele me contraria novamente?

            A resposta quando é obtida com sinceridade pode ser muito dura para alguns mas este pode ser o primeiro passo para a mudança: a consciência de que algo não está bom e precisa ser melhorado.

            A queda no desempenho profissional pode ter inúmeros motivos que vão desde questões salariais à problemas de relacionamento ou até mesmo de saúde.

O importante é que o profissional faça esta avaliação periódica a fim de perceber possíveis baixas no seu rendimento e na sua motivação e tomar medidas para solucionar este possível problema.


Um bom líder que sabe acompanhar e orientar os seus comandados também é muito útil neste processo, entretanto, não devemos depender apenas deste tipo de avaliação, até porque nem todo líder tem esta competência.


            O profissional de sucesso sabe que é fundamental ter nas mãos as “rédeas” da própria carreira assim como todos nós passamos por fases de maior ou menor desempenho.


O que não é bom, nem recomendável, é estar alienado a isto não tendo noção real de como a sua carreira está caminhando.

Então? O seu chefe contrataria você novamente?

Sucesso !
           

           Luciano Leite, psicólogo e professor.

O Peso do QI na Recolocação Profissional




*por Tom Coelho


"Você é quem você conhece, não o que você faz."
(Azalba)

Já engordei as estatísticas do desemprego há alguns anos. Eram tempos em que atuava como executivo, ocasião na qual conheci o trabalho das empresas de recolocação profissional, o chamado outplacement .

Foi quando aprendi a preencher adequadamente um currículo, além de ser orientado sobre como me portar em entrevistas. Também passei horas analisando companhias diversas, escolhendo aquelas nas quais gostaria de trabalhar para, ato contínuo, enviar-lhes meu precioso portfólio, agora maquiado e vitaminado, na expectativa de ser convocado.

Ledo engano. Já naqueles tempos, início dos anos noventa, os processos de recrutamento estavam mudando. Currículos aleatoriamente enviados pelo correio ou preenchidos pela internet podem se configurar em pura perda de tempo. Tornam-se lixo, físico ou eletrônico, antes mesmo que alguém leia o nome do remetente.

Pesquisa recente realizada pelo Grupo Catho junto a 17.801 profissionais indicou que 56% dos cargos operacionais e 43% dos cargos de gerência foram preenchidos com base no QI do candidato. Mas não estamos falando do famigerado "quociente de inteligência" e sim do "quem indicou". Networking, relacionamento, estas são as palavras de ordem. E há até quem opte por mudar de emprego graças à confiança depositada em quem lhe fez a indicação. Estes fatos levam-nos a algumas reflexões.

Sempre recebo mensagens de leitores comentando sobre sua insatisfação com a empresa em que trabalham. As queixas vão da falta de reconhecimento e ausência de desafios à baixa remuneração e inexistência de plano de carreira, passando inexoravelmente por problemas de relacionamento interpessoal, seja junto à direção, seja com os próprios colegas.

Estes profissionais vislumbram como única solução pedir demissão e buscar novos horizontes, como se o ambiente fosse a origem de todos os males, acreditando que em outra corporação os mesmos dissabores não acontecerão. Pior, há aqueles que optam pelo desligamento sumário da companhia, passando por uma semana de regozijo até caírem em si, e na realidade, de que nos assuntos relacionados ao dinheiro, como diria Victor Hugo, é preciso ser prático.

Diante dos fatos, alguns cuidados devem ser tomados para que uma proposta pretensamente interessante não se apresente como uma armadilha:

1. Cheque a oportunidade de trabalho. Verifique se a mesma é concreta e, mais ainda, permanente. Pode tratar-se de uma posição temporária e que não lhe garantirá estabilidade.

2. Pesquise a empresa. A internet é fonte inesgotável de informações. Acesse o site da empresa e, depois, os buscadores, para obter mais informações sobre o perfil da companhia e sua posição relativa no mercado. Dê especial atenção aos valores declarados pela organização a fim de observar se estão alinhados com seus valores pessoais.

3. Dissocie relações afetivas e profissionais. Se a indicação dada foi positiva, ótimo. E fim da história! Não convém associar o nome da pessoa que recomendou você ou lhe sugeriu a vaga durante o processo seletivo ou mesmo após o término deste. Seja grato, mas seja independente.

4. Prefira o pouco certo ao muito duvidoso. A menos que você disponha de uma boa herança ou alguém que lhe sustente, abdicar de uma remuneração trar-lhe-á mais preocupação, angústia e ansiedade. Peça demissão somente após ter firmado sua recolocação.

5. Caia fora na hora certa. Isso não é um jogo de pôquer, mas é um jogo. Se a proposta de trabalho não corresponder às promessas feitas ou não atender aos seus anseios, prepare sua saída o quanto antes evitando prolongar sua insatisfação.

Recorde-se sempre da importância do networking. Na Era da Integração, num mundo sem fronteiras e regido pela conectividade, não são dados ou informações, máquinas e tecnologia, que fazem a diferença. São pessoas. E mais do que isso, relacionamentos. Você possivelmente namora, casou-se ou vai se unir a alguém que conheceu em seus círculos de amizade. Possivelmente começou a fumar por influência de um colega. Torce pelo mesmo time que um de seus pais. Freqüenta academias ou clubes por indicação de alguém. Comparece à igreja a convite de um de seus pares. Analogamente, trabalha numa empresa ou mudará de emprego por recomendação de um conhecido.

Por isso, cultive o hábito de conversar com estranhos, pessoas que lhe avizinham num saguão de aeroporto ou numa simples fila no cinema ou no banco. Freqüente outros ambientes, seja um restaurante, um bar ou um museu, e converse com quem lhe rodeia. E lembre-se sempre de portar cartões de visita. Destas relações fortuitas, pode surgir um novo curso em sua vida.



Tom Coelho!, com formação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP, é empresário, consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting e Diretor Estadual do NJE/Ciesp. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.

Seu chefe te contrataria novamente?




por Luciano Leite

A resposta para esta pergunta pode te ajudar a perceber como anda a sua carreira e quais são as perspectivas futuras dentro da organização na qual você trabalha hoje.

Muitas demissões e frustrações profissionais poderiam ser evitadas se os profissionais se fizessem esta pergunta periodicamente:

Será que o meu chefe está satisfeito com o meu trabalho? Conhecendo o meu talento e os meus pontos fracos ele me contraria novamente?

A resposta quando é obtida com sinceridade pode ser muito dura para alguns mas este pode ser o primeiro passo para a mudança: a consciência de que algo não está bom e precisa ser melhorado.

A queda no desempenho profissional pode ter inúmeros motivos que vão desde questões salariais à problemas de relacionamento ou até mesmo de saúde. O importante é que o profissional faça esta avaliação periódica a fim de perceber possíveis baixas no seu rendimento e na sua motivação e tomar medidas para solucionar este possível problema.

Um bom líder que sabe acompanhar e orientar os seus comandados também é muito útil neste processo, entretanto, não devemos depender apenas deste tipo de avaliação, até porque nem todo líder tem esta competência.

O profissional de sucesso sabe que é fundamental ter nas mãos as “rédeas” da própria carreira assim como todos nós passamos por fases de maior ou menor desempenho.

O que não é bom, nem recomendável, é estar alienado a isto não tendo noção real de como a sua carreira está caminhando.

Então? O seu chefe contrataria você novamente?

Sucesso!

Luciano Leite, psicólogo, professor e coordenador do Portal Profissional de Sucesso. Contato: luciano@profissionaldesucesso.com.br



ENTREVISTA DE SELEÇÃO: Ansiedade e Perfeccionismo





Por Fabiana Sanches

Ansiedade e Perfeccionismo são dois jargões da Seleção que me permito não aceitar ouvir dos candidatos, ou seja, solicito outras características além dessas.

Quando conduzo processos de seleção e pergunto ao candidato por que ele deveria ser contratado, espero ouvir mais de dez qualidades de pronto e já peço antes, excetuando ansiedade e perfeccionismo, o que poderia ser melhorado ou trabalhado no candidato.

Sempre defendo e incentivo que o candidato deve buscar ser mais criativo e autêntico na busca do emprego, principalmente, durante os processos seletivos. Infelizmente, mesmo eu pedindo que não citem Ansiedade e Perfeccionismo, ouço sempre a mesma frase: "É tão difícil falar da gente mesmo". Aí fico frustrada, pois constato que a maioria dos candidatos não faz auto-análise diária, tão fundamental e recomendada a fim de se conhecer melhor e poder fazer a tratativa do que deve ser desenvolvido.

Ansiedade é inerente ao ser humano, o que difere é que ela se manifesta em maior ou menor intensidade nos indivíduos. E Perfeccionismo não é negativo, ao contrário, sugere que o profissional pode ser observador, organizado e preocupado com a qualidade. (Também não utilizo a palavra "defeito", pois as pessoas não são mercadorias quebradas). Neste caso, o que pode ser dito é uma necessidade de a pessoa sempre ter que estar atenta a conciliar a qualidade com a agilidade, aí sim, já que quem é detalhista, geralmente, pode se perder no tempo e nos prazos.

Existem características "inofensivas" que podem ser citadas em processos seletivos, ou seja, aquelas que não deporão contra o candidato. Aponto algumas: ciumento, sentimental, sério, centralizador, workaholic (expressão americana que teve origem na palavra alcoholic - alcoólatra - pessoa viciada, não em álcool, mas em trabalho). É prudente não citar mau humor, gosto por ficar sozinho, problemas com atrasos ou o fato de ser explosivo, por exemplo, pois essas sim, poderão te eliminar do páreo, pois sugerem pessoa de difícil relacionamento, anti-social, agressiva, negligente.

De qualquer maneira, não existe receita, cada entrevista, mesmo planejada pelo entrevistador e com roteiro, sai diferente com cada entrevistado. Cada química de energia é única. O ideal é se mostrar espontâneo e natural. Evite a todo custo, respostas prontas, pois elas causam impressão de artificialidade, limitação, dissimulação ou de que o candidato tem pouco conteúdo.

Vá preparado para a seleção, pois a maioria dos recrutadores pergunta sobre qualidades e o que deve ser trabalhado, até para saber se o candidato é centrado, se ele se auto-acessa, se tem autoconhecimento.

Reconhecer os próprios atributos favoráveis não é se gabar ou demonstrar empáfia, é sim, se mostrar consciente de suas potencialidades de crescimento e de realização. Portanto, comece agora a escrever sua imensa lista de aspectos positivos!

Abraço fraternal!

Fabiana Sanches
Psicóloga Organizacional
Consultora de Carreiras e Coach - Sistema ISOR®
(11) 7649-3026
(11) 3105-2299
psicfabi@gmail.com


Networking: o que é e para que serve




Networking ou rede de relacionamentos é um dos pilares de uma boa empregabilidade. Os grandes especialistas em gestão de carreiras recomendam que todos os profissionais que querem manterem-se altamente desejados pelas empresas devem além de estarem constantemente atualizados, possuírem uma boa experiência profissional também devem procurar ter e administrar uma boa rede de contatos profissionais.

A diferença entre uma boa rede de relacionamentos (networking) e uma mera agenda cheia de telefones está na maneira em que estes contatos são mantidos durante os anos que se passam. Saber manter um bom contato profissional com estas pessoas pode render muitos frutos profissionais para ambas as partes.
São indicações para novas oportunidades profissionais, dicas de cursos e livros, recomendações de palestrantes e serviços entre outros benefícios gratuitos que você pode obter e também fornecer através do relacionamento com os seus contatos profissionais.

Quando não temos uma rede de networking mas apenas uma agenda cheia de nomes e telefones o grande perigo é causarmos uma má impressão à estes contatos ao contactá-los apenas em momentos festivos, ex.: natal e fim de ano ou ainda quando estamos precisando como no caso de estarmos procurando emprego. Não causa uma boa imagem só se lembrar destas pessoas nestes momentos.

E nossa rede de networking não se faz apenas de contatos recentes mas também do relacionamento que consiguimos manter com pessoas que conhecemos há muito tempo seja em empresas em que trabalhamos, cursos que fizemos ou pessoas que tivemos contatos em eventos profissionais como feiras, congressos e reuniões de negócios.

Uma boa rede de networking é fundamental para ajudar na divulgação do seu trabalho, descobrir novas oportunidades e fazer mais amizades.

Pense nisto e boa sorte!

Luciano Leite
Psicólogo, professor e consultor em RH
Luciano.leite@bol.com.br

Veja no Profissional de Sucesso:
.: + Artigos sobre Carreira e Empregabilidade
.: Encontre o seu próximo Emprego
.: Pesquise Cursos para sua Atualização
.: Mande a sua mensagem para nós
.: Seleção dos Melhores Guias sobre Concursos

Invista em você: Cursos OnLine a partir de R$ 30 com Certificado



Empregos Manager Online Empregos Manager Online Empregos Manager Online Empregos Manager Online Empregos Manager Online Empregos Manager OnlineEmpregos Manager OnlineEmpregos Manager OnlineEmpregos Manager OnlineEmpregos Manager Online