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TESTES APLICADOS EM SELEÇÃO: Qual a função?




É fato que as empresas almejam sempre os melhores talentos para comporem seu quadro de colaboradores, ainda mais agora, com o mercado aquecido.

A questão é: como é feita a avaliação para se obter esses profissionais de alta performance.

Se o entrevistador não tem preparo, maturidade ou discernimento para realizar essa difícil tarefa, que é a entrevista investigativa, na qual exige perspicácia e traquejo de quem está no comando, contratante e candidato podem perder a chance de fazerem uma parceria. Além disso, inserir testes anti-producentes no processo seletivo dificulta ainda mais a identificação de talentos.

O ideal seria que o avaliador antevisse ou percebesse o potencial do candidato e não somente, avaliasse sua trajetória percorrida e o que realizou. Afinal, as pessoas mudam, amadurecem, fazem novas aquisições de conhecimento, evoluem.

Alguns exemplos de exigências idealistas de empresas que buscam o "super profissional" ou a "super qualificação":

- Inglês ou outro idioma fluente, sendo que não será utilizado efetivamente no cargo.
- Testes de Língua Portuguesa que exigem conhecimentos técnicos do idioma e, no entanto, para qualquer cargo que não seja o de Professor de Língua Portuguesa, poderia se avaliar se o candidato faz uso correto da Língua por meio de uma boa redação ou de boa verbalização.
- Testes de exatas (elaborados para exímios da área) para cargos em que as pessoas lidarão com humanas, relacionamento, coaching, treinamento, liderança motivacional.
- Exigências relacionadas à formação e a nomes de universidades, quando na verdade, o que influencia na prática e no desempenho do profissional não são estes quesitos, necessariamente.
- Estagiário com experiência anterior.

Infelizmente, existem outros exemplos, inclusive, que envolvem discriminação.

Algumas empresas aplicam os mesmos testes para todos os cargos, não existe uma adequação de critérios.

Por meio da descrição e do mapeamento de competências do cargo é possível escolher o instrumento de avaliação mais adequado, considerando somente os que detectarão as características pertinentes ao desempenho da função. O que o candidato tiver a mais em seu perfil se torna diferencial. Esse diferencial é que não deve ser exigido como mandatório.

Ao invés de atrair talentos, a empresa acaba afastando e perdendo excelentes profissionais. Pessoas me enviam relatos de que saíram frustradas de uma entrevista por não terem podido falar e expressar seus conhecimentos, seu potencial.

Alguns Selecionadores adotam postura inquisidora ou são intimidadores naturalmente, o que os impede de captar mais sobre os candidatos na seleção. Além disso, focam somente os pontos negativos do currículo: "Por que ficou tão pouco tempo nessa empresa?" ou "Por que não concluiu a faculdade?" ou ainda, "Por que escolheu esse curso que não tem nada a ver com sua área?" São perguntas que evidenciam, talvez, alguma falta de assertividade do entrevistado? Pode ser que sim. Mas o mais importante são as perguntas direcionadas estrategicamente e que possibilitem que o candidato evidencie seu forte, seus destaques na profissão, suas possibilidades, sua energia de criatividade e de realização.

Afinal, o objetivo da entrevista é identificar o que o pretenso tem de bom e o que pode oferecer/agregar à empresa e não somente, o que tem de ruim ou desinteressante para o contratante.

Até a próxima!


Fabiana Sanches
Psicóloga Organizacional pós-graduada em Pedagogia Empresarial, Coach, Consultora de Carreiras e Educadora, atuando há doze anos em RH.

psicfabi@gmail.com

O Peso do QI na Recolocação Profissional




*por Tom Coelho


"Você é quem você conhece, não o que você faz."
(Azalba)

Já engordei as estatísticas do desemprego há alguns anos. Eram tempos em que atuava como executivo, ocasião na qual conheci o trabalho das empresas de recolocação profissional, o chamado outplacement .

Foi quando aprendi a preencher adequadamente um currículo, além de ser orientado sobre como me portar em entrevistas. Também passei horas analisando companhias diversas, escolhendo aquelas nas quais gostaria de trabalhar para, ato contínuo, enviar-lhes meu precioso portfólio, agora maquiado e vitaminado, na expectativa de ser convocado.

Ledo engano. Já naqueles tempos, início dos anos noventa, os processos de recrutamento estavam mudando. Currículos aleatoriamente enviados pelo correio ou preenchidos pela internet podem se configurar em pura perda de tempo. Tornam-se lixo, físico ou eletrônico, antes mesmo que alguém leia o nome do remetente.

Pesquisa recente realizada pelo Grupo Catho junto a 17.801 profissionais indicou que 56% dos cargos operacionais e 43% dos cargos de gerência foram preenchidos com base no QI do candidato. Mas não estamos falando do famigerado "quociente de inteligência" e sim do "quem indicou". Networking, relacionamento, estas são as palavras de ordem. E há até quem opte por mudar de emprego graças à confiança depositada em quem lhe fez a indicação. Estes fatos levam-nos a algumas reflexões.

Sempre recebo mensagens de leitores comentando sobre sua insatisfação com a empresa em que trabalham. As queixas vão da falta de reconhecimento e ausência de desafios à baixa remuneração e inexistência de plano de carreira, passando inexoravelmente por problemas de relacionamento interpessoal, seja junto à direção, seja com os próprios colegas.

Estes profissionais vislumbram como única solução pedir demissão e buscar novos horizontes, como se o ambiente fosse a origem de todos os males, acreditando que em outra corporação os mesmos dissabores não acontecerão. Pior, há aqueles que optam pelo desligamento sumário da companhia, passando por uma semana de regozijo até caírem em si, e na realidade, de que nos assuntos relacionados ao dinheiro, como diria Victor Hugo, é preciso ser prático.

Diante dos fatos, alguns cuidados devem ser tomados para que uma proposta pretensamente interessante não se apresente como uma armadilha:

1. Cheque a oportunidade de trabalho. Verifique se a mesma é concreta e, mais ainda, permanente. Pode tratar-se de uma posição temporária e que não lhe garantirá estabilidade.

2. Pesquise a empresa. A internet é fonte inesgotável de informações. Acesse o site da empresa e, depois, os buscadores, para obter mais informações sobre o perfil da companhia e sua posição relativa no mercado. Dê especial atenção aos valores declarados pela organização a fim de observar se estão alinhados com seus valores pessoais.

3. Dissocie relações afetivas e profissionais. Se a indicação dada foi positiva, ótimo. E fim da história! Não convém associar o nome da pessoa que recomendou você ou lhe sugeriu a vaga durante o processo seletivo ou mesmo após o término deste. Seja grato, mas seja independente.

4. Prefira o pouco certo ao muito duvidoso. A menos que você disponha de uma boa herança ou alguém que lhe sustente, abdicar de uma remuneração trar-lhe-á mais preocupação, angústia e ansiedade. Peça demissão somente após ter firmado sua recolocação.

5. Caia fora na hora certa. Isso não é um jogo de pôquer, mas é um jogo. Se a proposta de trabalho não corresponder às promessas feitas ou não atender aos seus anseios, prepare sua saída o quanto antes evitando prolongar sua insatisfação.

Recorde-se sempre da importância do networking. Na Era da Integração, num mundo sem fronteiras e regido pela conectividade, não são dados ou informações, máquinas e tecnologia, que fazem a diferença. São pessoas. E mais do que isso, relacionamentos. Você possivelmente namora, casou-se ou vai se unir a alguém que conheceu em seus círculos de amizade. Possivelmente começou a fumar por influência de um colega. Torce pelo mesmo time que um de seus pais. Freqüenta academias ou clubes por indicação de alguém. Comparece à igreja a convite de um de seus pares. Analogamente, trabalha numa empresa ou mudará de emprego por recomendação de um conhecido.

Por isso, cultive o hábito de conversar com estranhos, pessoas que lhe avizinham num saguão de aeroporto ou numa simples fila no cinema ou no banco. Freqüente outros ambientes, seja um restaurante, um bar ou um museu, e converse com quem lhe rodeia. E lembre-se sempre de portar cartões de visita. Destas relações fortuitas, pode surgir um novo curso em sua vida.



Tom Coelho!, com formação em Economia pela FEA/USP, Publicidade pela ESPM/SP, especialização em Marketing pela MMS/SP e em Qualidade de Vida no Trabalho pela FIA-FEA/USP, é empresário, consultor, professor universitário, escritor e palestrante. Diretor da Infinity Consulting e Diretor Estadual do NJE/Ciesp. Contatos através do e-mail tomcoelho@tomcoelho.com.br.

EMPREGOS: Passos para o novo trabalho



Passos para conquistar um novo trabalho


1) Atualize o seu currículo. Aproveite para rever os seus objetivos profissionais;

2) Trace um plano de ação. Onde você quer trabalhar? Como vai fazer para conseguir?

3) Organize-se. Arrume os seus documentos;

4) Controle o seu orçamento. Projete suas próximas despesas e metas de economia;

5) Divulgue-se. Informe sua atual situação a todos que podem ajudar;

6) Perseverança. Não deixe o desanimo te vencer. Procure trabalho todos os dias;

7) Procure fontes de rendas alternativas. Isto ajudará a controlar e manter as finanças;

8) Use a Internet. Aprenda a utilizá-la como uma forma de “garimpar” vagas;

9) Busque oportunidades. Elas podem estar mais perto que você imagina;

10) Cuide-se. Sua saúde física e mental serão aliados importantes nesta fase.


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